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domingo, 14 de fevereiro de 2016

13-02-2016 Empresa Mabe (Campinas/Hortolândia-SP)Decreta Falência

13-02-2016 Empresa Mabe (Campinas/Hortolândia-SP)Decreta Falência
Como a falência da Mabe pode abrir o olho de Sumaré
Sumaré vocês devem estar em casa vendo esta noticia e dizendo:
Mas não é a Mabe de Campinas e Hortolândia
Oque Sumaré tem haver com isto
Sumaré abra o olho!
Estamos em época de Eleições Sumaré 2016
Hortolândia é um vizinho próximo.
 Muitos em Sumaré trabalhavam na Mabe de Hortolândia.
Você que esta em Sumaré ainda esta se perguntando oque você tem haver com isto
A crise não esta somente em Sumaré ou Hortolândia!
Em 2016 (ELES) (Gestão 2015) já estão de bolso cheio.
Passagem de ônibus R$ 4.15.
 Odebrecht Sumaré acabando com Sumaré em um contrato de 30 anos.
Cidade esburacada e IPTU astronômico.
E já penso Sumaré ainda sem emprego!
E você esta poupando ou sobrevivendo
Sumaré em  2016 abra o olho.
E tire esta falência da Mabe como exemplo!
Pois o próximo da fila pode ser você.
Sumaré Eleições 2016

Após falência, demitidos da Mabe acampam na porta das fábricas
Os 342 dispensados de Campinas e Hortolândia não receberam salários. 
Sindicato diz que empresa deve estabilidade aos que adoeceram no trabalho.

Vídeo feito pela Rede Globo em frente a Mabe Hortolândia-SP
Os 342 funcionários demitidos da Mabe, Multinacional mexicana que produz fogões e geladeiras em Campinas (SP) e Hortolândia (SP), estão acampados nas portas das fábricas para evitar a retirada de maquinários após a falência da empresa decretada pela Justiça na sexta-feira (12).
Eles denunciam que foram dispensados sem receber salários e outros direitos trabalhistas no final de 2015. Na segunda-feira (15), os funcionários decidirão em assembleia os rumos do movimento.
Falência por situação econômica
A Mabe disse que entrou com um pedido de falência por conta da situação econômica do país e por falta de dinheiro. Informou também que em um primeiro momento pretende pagar Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e liberar o seguro desemprego.
Ajuda para comer
"Estamos vivendo com a ajuda de familiares, com cesta básica, mas a dificuldade maior é que eu tenho filhos pequenos que precisam de leite, precisam de alimento e até o momento, nada", lamenta o montador de fogões Edilson Ribeiro, sobre o não recebimento dos benefícios.
Presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Campinas e região discorda das demissões (Foto: Reprodução/EPTV)
Presidente do Sindicato dos Metalúrgicos discorda
das demissões (Foto: Reprodução/EPTV)
Carteiras presas
As demissões tiveram início no ano passado e continuaram até janeiro deste ano. Outros 1,5 mil funcionários estão com os contratos suspensos e não receberam parte do 13º, o salário de janeiro e o pagamento de fevereiro.
Sem os pagamentos, o Sindicato dos Metalúrgicos não fez as homologações. Desta forma, os trabahadores estão impossibilitados de conseguir um novo emprego.
"Infelizmente a gente está tentando se virar como pode.Sou lesionado na empresa e não tenho como arrumar um emprego agora. E ainda estou com a carteira presa", lamenta o prensista Anderson da Silva.
Doença deveria garantir estabilidade
O Sindicato adianta que não vai liberar as Carteiras de Trabalho enquanto a empresa não cumprir com as suas obrigações trabalhistas.
Segundo o presidente do Sindicato, a metalúrgica deve estabilidade principalmente aos que adoeceram no trabalho. " Cento e dez trabalhadores, garantidos pela nossa convenção coletiva, estão em estabilidade porque são trabalhadores que ficaram doentes no local de trabalho. Isso devido ao tipo de produção, ao trabalho que tem aí dentro" afirma Sidalino Orsi Júnior, presidente do Sindicado dos Metalúrgicos de Campinas e Região.
Funcionários da Mabe acampam em frente à unidade de Hortolândia (Foto: Reprodução/EPTV)
De acordo com o Ministério Público do Trabalho (MPT), essa é a situação trabalhista mais grave dos últimos dois anos em andamento em Campinas, por conta da quantidade de pessoas afetadas.
Drama vivido pelos funcionários
O que os funcionários mais reclamam é da dificuldade em conseguir um novo emprego, por conta da idade e da condição econômica do país. "O momento não é bom, o país vive um momento difícil, uma crise aí estabelecida e aquele que perde o emprego hoje não vai arrumar amanhã um novo", reclama o operador de injetora Gilberto Brito.
O operador de máquinas Márcio Gasparotto trabalhou 20 anos na empresa, onde ficou doente e imaginou ter sua estabilidade garantida. Hoje, com a esposa também desempregada, eles sobrevivem com o que restou dentro de casa.
"Você pode ver na minha geladeira. Só tem água praticamente. Essa situação se reflete em todos os trabalhadores, a situação é a mesma. Geladeira vazia, dispensa vazia. Esse arroz tem que dar até quando Deus [permitir]... é esse arroz que eu tenho", se emociona.
Márcio reúne com a esposa as contas que terá que pagar mesmo sem dinheiro (Foto: Reprodução/EPTV)

fonte:http://g1.globo.com/

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