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terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Prefeitura de Sumaré 2017 Falta Competência ou Falta Dinheiro?

Prefeitura de Sumaré 2017 Falta Competência ou Falta Dinheiro?

Pró-Saúde deve reassumir a gestão UPA) do Jardim Macarenko e do Pronto Atendimento (PA) do Matão

Saúde em Sumaré 2017 Abandonada!
Falta de dinheiro na Prefeitura de Sumaré 2017??
Prefeito (Luiz Alfredo Dalben) diz que a falta de dinheiro e reflexo da crise econômica!
Mas sera mesmo? ?Sera que a gestão anterior não tem haver com tudo isto?

Sumaré 2017 e movido por perguntas?
Sera que Luiz Dalben (PPS) nao quer misturar as coisa??Ou sera que (ELE) esta acobertando
a péssima administração da gestão passada!!!

(O juiz disse ainda que se os serviços não estavam sendo adequadamente prestados, era preciso instaurar procedimento administrativo para apurar as falhas e ilegalidades.)

E ai Sumaré 2017 tem alguma palpite?


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Justiça suspende intervenção da Prefeitura de Sumaré nas UPA's
Com a medida, Pró-Saúde deve reassumir a gestão das unidades.
Executivo afirma que vai cumprir decisão, mas pretende recorrer.

07/02/2017 09h15 - Atualizado em 07/02/2017 09h35
Justiça suspende intervenção da Prefeitura de Sumaré nas UPA's
Com a medida, Pró-Saúde deve reassumir a gestão das unidades.
Executivo afirma que vai cumprir decisão, mas pretende recorrer. 

A Justiça suspendeu a intervenção da Prefeitura de Sumaré (SP) na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Jardim Macarenko e do Pronto Atendimento (PA) do Matão. Com a decisão, a organização social Pro-Saúde deve reassumir o gerenciamento dos centros.
Na liminar proferida na segunda-feira (6), o juiz alegou que foi feita uma licitação e que existe ainda um contrato vigente. “Como se trata de associação privada regularmente contratada, não pode o município de Sumaré nela intervir. Não pode o poder público intervir em uma entidade privada, sem respaldo legal”, consta na decisão.
O juiz disse ainda que se os serviços não estavam sendo adequadamente prestados, era preciso instaurar procedimento administrativo para apurar as falhas e ilegalidades.
"Com essa apuração, ainda segundo a legislação vigente, se não fossem sanadas, caberia quebrar o contrato com justa causa e assumir os serviços de saúde que foram concedidos, para que a população não seja prejudicada. Não existem notícias de apuração, antes da emissão do questionado decreto", afirma o magistrado.

Intervenção
Desde o dia 19 de janeiro uma interventora estava trabalhando nas unidades que eram administradas pela OS. O prefeito Luiz Dalben (PPS) havia nomeado a enfermeira Luciane Aparecida Alves da Cunha para o cargo. A medida deveria durar 180 dias.
Na época, o G1 teve, com exclusividade, acesso a um relatório do Conselho Regional de Medicina do estado de São Paulo (Cremesp) que relatava o abandono na UPA. Faltavam insumos básicos para o atendimento à população, como luvas, máscaras, agulhas, seringas e soro fisiológico.
A lista de materiais em falta também era extensa. Antibióticos, analgésicos, anestésicos, fraldas pediátricas e geriátricas, além de itens de segurança hospitalar desapareceram da farmácia.

Dos materiais ainda presentes, o relatório apontava estoques baixos para dipirona em gotas e comprimido, fios de sutura, anti-inflamatórios e água destilada, entre outros.
A Prefeitura disse na época que a medida visava restabelecer “os atendimentos médicos nas unidades, abastecê-las novamente com materiais, insumos e medicamentos que estão faltando”, mas havia garantido que apesar da intervenção, a Pró-Saúde continuava sendo a gestora das duas unidades, mas Luciane teria o poder para admitir, suspender ou demitir funcionários e assinar contratos em geral.
Fim da greve

No dia 25 de janeiro, os funcionários das unidades dos setores de enfermagem, administração e limpeza receberam os vencimentos atrasados pela Pró-Saúde, referentes ao mês de dezembro e encerram a greve.
Já no dia 27 de janeiro, os médicos que atuam na UPA do Jardim Macarenko e no Pronto Atendimento do Matão decidiram, após pagamento, encerrar a greve que durou 106 dias.
Retorno das atividades
Em nota, a Pró-Saúde informou que aguardará a intimação do município da decisão para depois retomar às atividades de gestão das unidades de saúde, das quais havia sido afastada.

A organização social disse ainda que a regular gestão das unidades passa pelo pagamento das parcelas do contrato em atraso pela Prefeitura, valores sem os quais a administração dos centros se mostrará sem condição de funcionamento.
Procurada pelo G1, a Prefeitura informou que vai acatar a decisão da Justiça, mas disse que pretende recorrer.

fonte:http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2017/02/justica-suspende-intervencao-da-prefeitura-nas-upas-de-sumare.html

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